Publicações

Você está em: Home > Publicações > CONCORRÊNCIA DESLEAL?

CONCORRÊNCIA DESLEAL?

Ultimamente temos sidos surpreendidos a cada instante com novos produtos e serviços que se apresentam trazendo inovações ou os mesmos serviços de uma maneira mais eficiente.  Um “novo mundo” que está se abrindo a todos nós.

Antes do WhatsApp, as operadoras TELECOM engrossavam seu faturamento com uma margem de lucro absurda através da utilização pelo grande público do envio de mensagens SMS (Short Message Service) pois esta tecnologia reinava quase que solitária entre as alternativas de comunicação textual móvel com 17,6 bilhões de mensagens no ano auge de sua utilização, 2012.

Por sua vez o UBER veio concorrer e inovar no mercado de transporte individual de passageiros dominado há anos por taxistas e empresários donos de frotas de taxis… “dinossauros” acomodados na prestação de um serviço caro e sem nenhuma inovação, melhoria na eficiência ou custo benefício em prol do consumidor.

E sem me prolongar, mas não deixando de citar, ainda assistimos as operadoras de TV a cabo e a NETFLIX sucumbindo o BLOCKBUSTER, que reinou por décadas no mercado de aluguel de fitas de vídeo e serviu, inclusive, de modelo de negócios para milhares de empreendedores ao redor do mundo.

E vamos indo, como consumidores ou clientes, conhecendo a cada dia um novo produto ou uma nova maneira de prestar um serviço que vem obrigando aos “Dinossauros” e “medalhões” do mercado a se mexerem e saírem de sua área de conforto onde se situam há décadas no mesmo modus operanti.

                              Mas é ético e leal estas concorrências?

Não configura atos de concorrência desleal, aqueles praticados de forma honesta, que não ferem à moral e nem que faça o consumidor ou cliente tomar os produtos ou serviços de uma empresa imaginando ser de outra.

São os anseios do consumidor que devem ser observados, atendidos e respeitados, pois, ele é o principal alvo dos produtores de bens e prestadores de serviços.

A base do princípio da livre concorrência é a de que deve prevalecer a escolha do consumidor, e o estímulo a uma inovação que busque a eficiência de produtos e a prestação de melhores serviços.

 

 

Em um nicho de mercado dominado, o dominante não se sente estimulado a inovar, a oferecer um serviço de qualidade, a melhorar o atendimento e outras características que são essenciais na competitividade que só existe se existir quem consuma bens e serviços logo, nada mais coerente ouvir o consumidor ou cliente,  o protagonista e principal afetado na disputa pelo mercado.

Se você e sua empresa continuam numa área de conforto observando estas mudanças e se perguntando se “é ético e leal estas concorrências” se cuidem, pois, seu cliente, o consumidor e verdadeiro protagonista do mercado, pode inovar sendo criativo fazendo “outras escolhas”,  deixando assim,  de ser refém de um monopólio explorador, desestimulado e acomodado.

Compartilhe no Linkedin: http://bit.ly/1ZaWQqo

 

Silvio Silva

Silvio Silva

Executivo Financeiro, Outsourced Controller

Sócio Diretor na Consult Audi

Financial Advisor

Especialista em Finanças Corporativas

Os pontos de vista aqui publicados se referem a opiniões individuais de seus autores não significando, necessariamente, ser esta a opinião da empresas do grupo  CONSULT AUDI, seja a Auditoria e Consultoria empresarial ou a Assessoria e Gestão de negócios.

,,,,,,,,,,,